Não há bem que se torne em mal, se antes não for o mal travestido de bem.
Ultimamente as notícias são tão absurdas, estapafúrdias, e psicóticas, que não me resta outra coisa a não ser rir, em alto e bom som. Não vale a pena controlar os loucos fora do hospício.
Deixar-se iludir pelo pecado, ainda que ele tenha uma aparência atrativa, representará a morte; pois ele é fatal, e cobrará o seu salário, no tempo devido.
Não há evangelho sem Cristo crucificado. Sem arrependimento. Sem confessar pecados. Sem remissão. Sem nos revestir de Cristo. Não há evangelho sem morte, nem ressurreição. Sem tristeza, nem vergonha pelo que somos. E alegria e esperança pelo que seremos. Mas o "outro" evangelho nos lançará, como náufragos, do mar de enxofre para o lago de fogo; à queda definitiva; a rejeitar a verdade, na soberba da tolice inflexível.
Afinal, nascer e viver no mal é uma boa desculpa para não fazer o bem. E tem funcionado, pois nunca o mal foi tão amado, contemporizado, e minimizado entre os cristãos; ao ponto em que o pecado é um sofisma, a ser considerado apenas por mentes doentias e retrogradas. Quando ele é a resposta do mal a uma vida sem comunhão e serviço a Deus.
Cristo, na cruz, não nos livrou apenas do inferno, mas também de nós mesmos.
Fatiar o Evangelho, como se pudesse se apropriar apenas de parte dele, é o mesmo que não ter Evangelho algum. Ou se tem o todo, ou não se tem nada.